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Alex fala sobre o novo álbum em entrevista para a revista MOJO [Traduzida].

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Como já havíamos postado antes, a NME adiantou um pouco da entrevista que o Alex deu para a revista MOJO (jun/2013), onde ele fala sobre o novo álbum. A entrevista completa e traduzida você pode ler logo abaixo.

Agradecimentos Cristina Renó pela tradução e Shauna Byrne/BananaGangFF por disponibilizarem a revista!

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Ficha Técnica
Título: a ser anunciado…
Lançamento: final de 2013
Produção: Franz Ferdinand e outros.
Músicas: The Blackpool Illuminati, Evil Eye, Right Thoughts Right Words Right Action, Fresh Strawberries, Treason Animals.
O que rola: “Nós estamos o mais feliz que já estivemos como banda, pois nós nos distanciamos da música como um produto. Eu sei que pode soar ingênuo e um pouco idealístico, mas é a verdade.” Alex Kapranos

Retornando de um longo período sabático, o quarteto de art rock de Glasgow trama o difícil quarto álbum, secretamente.

Uma sala de bate-papo segura. MOJO está em Londres; o vocalista do Franz Ferdinand, Alex Kapranos está no Uruguai. Tudo parece um filminho de espião, mas não estamos aqui para fazer uma troca secreta de maletas. Ao invés disto, Kapranos está explicando porque o Franz tem sido tão reticente quanto ao iminente quarto álbum. “Nosso último [álbum] foi manchado por tanta besteira e especulação antes de ser lançado”, ele digita. “Então, quando não soou como ‘Girls Aloud’ tocado por ‘Baaba Mall’…”

Quatro anos depois do Tonight: Franz Ferdinand, alguns se perguntavam se a banda realmente retornaria. Fora a participação especial de Kapranos e do guitarrista Nick McCarthy em ‘Losing Sleep’, de Edwyn Collin, a banda estava totalmente fora do radar. De acordo com Kapranos, eles estavam ‘obcecados’ em fazer um álbum produzido praticamente todo por eles mesmos em seu estúdio na Escócia. “Nós nos separamos? Não, não oficialmente, mas nós só nos reagrupamos oficialmente depois de um encontro de duas peças-chave no território neutro de Orkney. Nós não somos como essas bandas constantes, que se arrastam. Existem muito poucos fatores voláteis.”

Kapranos diz que a apresentação surpresa, ‘muito quente’ de 2010 no ATP festival de curadoria do Belle And Sebastian, influenciou a abordagem deles neste álbum. Ele não dirá quem, se alguém quiser adivinhar, e é igualmente silencioso a respeito do título de ‘sonoridade positiva’ e qualquer ajuda na produção. Ele é especialmente reservado a respeito da real sonoridade do álbum, afirmando “A direção? A direção é adiante!”. Pergunte sobre as letras das músicas mais abrangentes e o agente Kapranos se abre um pouco.

“A ideia da busca cínica pelo otimismo e da busca cética por um manual apareceram aqui e ali”, diz ele. “Eu sempre gostei da personagem principal em Lanark de Alasdair Gray, criando duras escamas para proteger o macio interior de si mesmo do mundo. Socialmente estranho, asmático, com uma imaginação que me consumia… O meu eu de 19 anos foi eletrificado. Talvez [o álbum] seja sobre como se desfazer destas escamas.”

Apresentações ao vivo da animada e novata (a lá Talking Heads) Right Thoughts Right Words Right Action já apareceram no YouTube. Kapranos diz que a música foi inspirada por um cartão postal em que se lia “Venha para casa praticamente tudo está quase perdoado” (Come home practically all is nearly forgiven) que ele encontrou em um mercado de pulgas. Outras músicas incluem The Blackpool Illuminati (“Sobre esta eu DEFINITIVAMENTE não posso e nunca comentarei”) e Evil Eye, sobre “o quão aterrorizante é ter poderes extra-sensoriais’.

Kapranos tem alguma preocupação com a mudança no mundo da música enquanto o Franz estava afastado? “O mundo está sempre mudando”, ele responde. “Isto não me preocupa”.

James McNair.

FONTE: MOJO

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